31.3.11

Google +1, Firefox 4 para Android e mais

O Google lançou o +1, botão que vai competir com o "Gostei" do Facebook. Depois do lançamento do Firefox 4 para desktops, está disponível o Firefox 4 para Android. Os fãs do sistema operacional Android que desejarem trocar de navegados podem fazer o download do Firefox 4 pelo Android Marketplace, o local no qual baixam os aplicativos.

Segundo o site chinês Win7China, o Windows 8 virá com o recurso de recuperação completa do sistema, permitindo a você retornar ao ponto de configuração de fábrica.


O Google está modificando o Blogger, dando mais dinâmica para o seu blog hospedado no Google.

24.3.11

Novo Firefox está disponível para download

Depois de versões beta, está disponível o Firefox 4. Ele está seis vezes mais rápido que o antecessor, 3.6, e vem com as abas acima da barra de endereços. Uma novidade boa é o "Do Not Track", ferramenta que dá ao usuário uma experiência de segurança, ao impedir que sites de propaganda rastreiem o comportamento do usuário. Ele vem com um novo gerenciador de extensões, recurso de arrastar e soltar as abas abertas, sistema que impede travamento para alguns plugins tais como Flash, QuickTime ou Silverlight, suporte a HTML 5, CSS3, SVG, WebM, 3D. Segundo a StatCounter, no Brasil , o Internet Explorer da Microsoft ainda lidera o mercado com 46%, seguido do Firefox (28%) e Chrome (25%). Desde o final do ano passado, o Firefox domina na Europa.

9.3.11

Facebook está se tornando uma internet à parte

Com a consagração das redes sociais como instrumento universal de troca de mensagens, o Facebook cada vez mais adquire estilo de uma rede à parte dentro da Internet. O crescimento do número de usuários do Facebook é vertiginoso,  mais de 600 milhões, e ano passado a rede chegou a passar o Google em número de visitas. Como o tempo despendido tende a ser maior, o número de aplicativos para Facebook tenderá a aumentar, consequentemente a demanda por especialistas em desenvolvimento. As empresas estão abrindo mão da tradicional página web para investir pesado no Facebook e outras redes de compartilhamento de conteúdo. Estas estão se voltando mais para investimento em nichos locais, tais como o Orkut, do Google, que tem seus maiores públicos na Índia e Brasil. 
O Facebook é estratégico para evangelismo por ser de fácil inscrição, não é necessário conhecimento técnico, é baseado em relacionamentos e diálogo - cruciais para divulgação do evangelho. Além disso, seus comentários aparecem nas páginas dos seus amigos, você pode criar relacionamentos por interesses comuns ao se juntar a grupos seculares, potencializando o alcance de outros recursos como vídeos e páginas evangelísticas. 

18.1.11

Números da Internet em 2010

O portal Info publicou, neste domingo, uma estatística da Pingdom sobre o número de usuários e acessos aos serviços em 2010. É de notar o crescimento das redes sociais e como pessoas famosas têm um significativo número de seguidores. O número de spams chega a quase 90% das mensagens de e-mail, o que mostra que este mecanismo de comunicação deverá sofrer modificações, com os usuários migando para outros meios tais como as redes sociais. Talvez os e-mails fiquem restritos à comunicação corporativa. O Internet Explorer vem perdendo espaço para o Firefox e o Chrome, o que pode indicar que a Microsoft deve lançar grandes modificações em seu navegador na versão 10.

13.1.11

Evangelismo em movimento

A cobertura de sinal de celular no Brasil chega a mais de 90% do território. Basta conferir no portal www.coberturacelular.com.br. No mundo há mais de 4 bilhões de aparelhos em uso, e a maioria está em países dentro da região conhecida como janela 10/40. Além disso, os aparelhos móveis estão cada vez mais complexos, combinando funcionalidades como e-mail, tv, sms, GPS, rádio, agenda, máquina fotográfica/filmadora, wi-fi, joguinhos, leitor de código de barras, processador de texto (no caso dos smartfones), leitor de livros etc. Com tudo isso, como podemos usar para o crescimento do Reino de Deus? Distribuição de Bíblia, redes de relacionamento, vídeos de pregações e testemunhos, jogos, comunicação local por Bluetooth, mensagens sms, páginas de internet desenhadas para celulares.

29.12.10

Convergência inevitável

Ultimamente, estive voltado aos estudos de efeitos da crescente mudança de hábito que ocorre devido à adoção de equipamentos de comunicação móvel. Os aparelhos celulares fazem parte de nosso dia a dia e podem servir como instrumentos inestimáveis para espalhar notícias. Segundo dados recentes, o acesso à rede mundial via celulares tende a superar os acessos por pontos fixos. Além do mais, o uso de smartfones está crescendo no Brasil, o que favorece o uso de programas de mídia e aplicativos de rede para uso desde o evangelismo, auxílio a missionários, até como ferramenta para EBD. A seguir, vamos ver como fazer.

26.12.10

Livro grátis sobre celulares e smartfones

Tomi Ahonen, de Communities Dominate Brands , está oferecendo um e-book gratuito chamado The Insider's Guide to Mobile : "Abrangente panorama das telecomunicações móveis e smartfones nos negócios, desde os utilizadores finais de serviços e aplicativos para celulares, a empresas operadoras. Esta edição tem o total de 340 páginas de conteúdo original, além de mais de 100 páginas de trechos e resenhas de livros anteriores do Sr. Ahonen."

4.11.10

Universalização do SMS

Segundo uma organização da ONU chamada União Internacional das Telecomunicações, o número de mensagens de texto enviadas este ano está estimado em cerca de 6,1 trilhões! Isso significa a impressionante marca de 200 mil mensagens por segundo. Cerca de 90% da população mundial tem celular, e estima-se que existam cerca de 5.3 bilhões de assinaturas. Nos países desenvolvidos há uma média de 116 assinaturas para cada 100 habitantes. Tais números impressionam e mostram que algo deve ser feito em termos de divulgação evangelística no segmento de celulares. Organizações brasileiras cristãs mal tocam no assunto, talvez porque no Brasil as tarifas sejam uma das mais caras do mundo. Contudo, o custo é compatível com os de outros meios de comunicação se for considerar a penetração e a pessoalidade da mensagem.

17.8.10

Algumas dificuldades em compartilhar as boas-novas online

Com mais de 3 bilhões de aparelhos celulares e mais de 2 bilhões de usuários de Internet, as comunicações estão sofrendo uma revolução semelhante à invenção da imprensa. Contudo, a velocidade de crescimento do uso destes meios para divulgar o evangelho não acompanha o ritmo. Vamos levantar algumas hipóteses que podem explicar isso:
1. Missões via Internet concentram-se principalmente em propaganda e troca de informações entre entidades missionárias, o que facilita a medição de retorno do investimento. Então, temos gestão de pessoas voltada para essas funções e não para evangelismo direto.
2. As pessoas mais velhas é que estão à frente dos treinamentos, e essas geralmente são "estrangeiras" no mundo digital. Isso se reflete na falta de cursos para formação de pessoas nas instituições missionárias.
3. A crença de que o uso de tecnologia é sempre caro e que é necessário um nível de conhecimento técnico elevado, somado ao temor de que não haverá recursos suficientes para assumir tal responsabilidade.
4. A crença de que a mídia digital só alcança a elite da população urbana, deixando de lado as populações rurais ou urbanas mais pobres.
5. A crença de que o evangelismo online é uma receita mágica sem números comprobatórios, e de que o contato frente-a-frente é mais eficaz e duradouro.
6. A crença de que o evangelismo online é uma boa extensão, assim como rádio e televisão, e deve ser deixado para ministérios especializados que tenham recursos para bancar uma empreitada.
7. Missões que crescem demais tornam-se alvo de ataques, mesmo em países relativamente abertos.

4.8.10

Considerações sobre a tecnologia e missões

Olhando para os dados recentes, vemos que a tecnologia está impactando também as missões evangelísticas. Novas técnicas estão substituindo o contato direto face-a-face por contatos indiretos via e-mail, redes sociais, telefones móveis. Só para considerar, o Facebook, se fosse um país, seria uma das seis maiores nações da Terra com mais de 400 milhões de usuários. Muitas igrejas e principalmente órgãos de comunicação ligados a evangelismo estão conectados ao Facebook. Recentemente, o Pr. Rick Warren, da igreja de Saddleback, na Califórnia, disse que "Cada vez que a tecnologia avança, o reino também avança". Uma das maiores revoluções da história humana foi a invenção da imprensa, sendo que o primeiro livro impresso foi a Bíblia, por Gutemberg. Ele também imprimiu as "Noventa e Cinco Teses", de Lutero. Imaginem o quanto isso causou de impacto em missões. Billy Graham, através de seu programa A Hora da Decisão, em 1951, atingiu um público de mais de 7 milhões de telespectadores, mais do que toda audiência junta de suas pregações. Hoje, as gerações mais novas não usam mais e-mail, preferem mensagens de texto via celular ou Twitter (no máximo 140 caracteres). Essa tendência indica que, em breve, teremos a migração dos que usam o notebook para aparelhos mais portáteis, como os smartphones, os quais estarão equipados para disponibilizar programas totalmente online. Na Igreja Cristã Evangélica Resgate, de Sobradinho-DF, os fiéis já podem ter o boletim semanal nos seus celulares, uma facilidade a mais principalmente quando se precisa acrescentar ou corrigir notas publicadas no boletim impresso. À medida que a igreja cresce, o papel da tecnologia torna-se fundamental trazendo a grande comunidade a um nível pessoal.

29.7.10

O problema pode ser a falta de energia

O cientista alemão Reiner Hartenstein afirmou que o alto consumo de energia dos grandes servidores de rede ameaçam o futuro da computação. Ele deu uma entrevista ao portal da UnB.

19.7.10

Internet e colaboração

A Internet tem facilitado a colaboração além dos limites denominacionais e nacionais. Os campos que mais ganham com esta colaboração são os de implantação de igrejas e educação teológica. O sentido de denominação toma nova forma e quase perde identidade, à medida que o número de igrejas cresce. Novos obreiros trabalham em rede mais do que em suas próprias denominações. As pessoas estão compartilhando mais com outras que têm pensamento semelhante do que com pessoas que concordam totalmente com o seu sistema de crença formal.